A TRAJETÓRIA DO REI ASA E AS LIÇÕES QUE PODEMOS TIRAR PARA AS NOSSAS VIDAS


TEXTO (Por Stormie Omartian)Asa ficou conhecido como um dos reis piedosos de Judá. Seu reinado destacou-se por um período em seu governo em que ele enfrentou crises nacionais confiando em Deus. Fez também parte dos reis que destruíram os santuários pagãos na tentativa de purificar a adoração do povo.

Se você observar mais de perto a trajetória de Asa, verá que sua posição de “rei piedoso” foi apenas um episódio de sua história. Quando teve oportunidade de obter uma aliança militar poderosa, Asa ofereceu os tesouros do templo e abandonou sua confiança no Senhor (II Crônicas 16). O final da vida de Asa mostrou um homem velho e doente, tão desligado da fé que nem sequer pediu ajuda ou cura a Deus.

Muitos de nós fazemos  a mesma coisa. Uma crise surge e oramos. Mas, quando as coisas vão bem, em geral não oramos tão fervorosamente ou frequentemente. No entanto, devemos fazê-lo, porque a oração nos mantêm ligados a Deus 
Stormie Omartian

REFLEXÃO


“Estive refletindo sobre essa pequena meditação acerca dos capítulo 14 e 16 de II Crônicas, que falam da vida do Rei Asa. Quantos “Asas” existem por aí. Eu você e muitos outros que receberam da graça de Deus em suas vidas e que esquecem muitas vezes da gratidão. Temos tempo para tantas coisas… para conferir nossos feeds de notícias no facebook, para ver nossos filmes prediletos, comer as comidas que mais gostamos, ler aquele livro tão agradável, conversar horas a fio com os melhores amigos…Mas, a leitura da Bíblia …deixamos para amanhã… a oração… deixamos para mais tarde ou apenas balbuciamos algumas poucas palavras perante Deus mais como um ritual do que como uma conversa entre amigos ou Pai e filho… E assim afastamos Deus de nossas vidas. Mas se as coisas não vão muito bem, Ele sempre tem espaço. Ele sempre tem espaço quando as contas do mês são maiores que o nosso salário, quando nossos corpos enfermos clamam por uma cura, quando algum problema nos rouba a paz nessa vida passageira. Mas não deve ser assim. Ele deve ser nossa primeira aspiração pela manhã e nosso último pensamento no fim do dia. Deve ser o alvo da nossa gratidão eterna e Aquele que move nossas ações. Que não tenhamos que passar por momentos tenebrosos para nos aproximarmos de Deus. Que Ele seja naturalmente a nossa maior busca e o nosso maior prazer”. 
Daniele Leite de Morais

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